M E U-P

movimento
emigrantes
unidos
de & por Portugal

somos um movimento que visa criar um partido Político para defender o interesse da emigração PORTUGUESA ESPALHADA PELO MUNDO

Movimento composto por Emigrantes, este projeto terá como prioridade candidatar-se às eleições legislativas pelos círculos eleitorais da Europa e Resto do Mundo, elegendo para o Parlamento genuínos representantes da Diáspora.

Pretende-se agregar um conjunto de elementos líderes de opinião que impulsione este movimento no seio das várias comunidades nacionais e que incite outros a juntar-se. Procuraremos definir um conjunto de regras fundacionais, dar-lhe respeitabilidade, credibilidade, conteúdo de ideias e causas a serem defendidas.

Porquê um novo partido?

Acreditamos que este modelo representativo serve muito mais os portugueses emigrados do que a regular e esgotada representação por via dos partidos do eixo governativo. É altura de unir todos na Diáspora numa força política vocacionada, utilizando ferramentas digitais e um código de ética sólido, privilegiando a meritocracia e a dedicação. Queremos potenciar os Luso-Descendentes e aproximar a sociedade portuguesa da Emigração. Ajudaremos a amadurecer e a fortalecer a Democracia Portuguesa.

Estas são as nossas causas

  • Incitamento e desenvolvimento do Voto Eletrónico na Diáspora
  • Aumento do número de representantes no Parlamento e círculos mais representativos (para além dos 4 deputados)
  • Ter deputados genuinamente Emigrantes e não figuras impostas pelos partidos
  • Redução de impostos sobre os juros no sistema de poupança emigrante e incentivo à poupança em Portugal
  • Redução do IMI nos imóveis de Emigrantes e na sua reabilitação. Dinamização da sua rentabilização
  • Melhoramento do sistema consular e diplomático. Exercer pressão pública para uma diplomacia menos elitista e mais próxima das comunidades
  • Incitamento para que os universitários Luso-Descendentes estudem em Portugal. Universidade vocacionada que potencie academicamente os Luso-Descendentes
  • Desenvolvimento de um solidário sistema de apoio ao regresso a Portugal, tanto dos mais desfavorecidos como dos aposentados.
  • Um Ministério das Migrações (com a participação do MEU-P), de forma a aumentar a influência política e/ou governativa para as causas da Diáspora
  • Dignificação da presença do Emigrante na sociedade portuguesa, aproximação mútua e desconstrução da discriminação de que é alvo
  • Diálogo com os governos estrangeiros, defendendo as causas locais e fomentando a inclusão, integração e reconhecimento do contributo do Emigrante português
  • Acompanhar e galvanizar as várias comunidades nacionais da Diáspora com contacto próximo, frequente e visitas a todos os locais onde nos sedentarizámos
  • Promover a igualdade e a representatividade de todos. Respeitar regras como a paridade de género para as listas de candidatos e cargos partidários
  • Incitar a solidariedade, promoção de boas causas nacionais e espírito de entreajuda entre comunidades e com a sociedade portuguesa

Participação e estruturas partidárias

Membros do MEU-P com registo online, acesso ao voto e participação em plenário digital Democracia Direta

Núcleos Urbanos
Os membros do Partido criarão a sua estrutura local em concentrações metropolitanas e rurais da Diáspora. O líder local terá assento na Secção Nacional e o Núcleo pode apresentar petições e moções nas estruturas do Partido (Plenário digital, Secção Nacional, Congresso Anual).

Secções por País
As secções são compostas pelos representantes de cada núcleo urbano do país de residência. O líder de cada Secção Nacional tem assento na Câmara dos Representantes, o órgão de Senado do Partido, que representa todas as comunidades da Diáspora em paridade (comunidades expressivas com mais de 100 mil portugueses).

A Direção do MEU-P será constituída por elementos da Câmara dos Representantes, o Presidente do Partido (idealmente eleito pelo plenário digital) e futuros deputados eleitos.

Congresso anual
O Congresso decorre no Verão, realizando-se um encontro pela altura natalícia – dois únicos encontros físicos anuais. A restante atividade será sempre por via digital (fórum, plenário digital e grupos de trabalho).

A opção pela via digital reúne todos sem necessidade de deslocações, promovendo igualdade, participação e meritocracia.
Absoluto apoio ao voto eletrónico/digital

Nota: o funcionamento interno do Partido e regras a definir serão acordados pelo conjunto de elementos fundadores num Congresso Fundacional. O enquadramento aqui descrito é apenas uma sugestão.

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Porque a participação de Emigrantes na vida política de Portugal é e tem sido incipiente e mínima. Os partidos do eixo governativo insistem em dar oportunidades de nos representar a não-emigrantes e estes agem principalmente para manter os seus lugares. As cúpulas partidárias impõem a sua estratégia e não observam o interesse da Emigração. Estes partidos desconhecem a realidade do que se passa nas comunidades, crivados de tráfico de influências e de desvios aos princípios partidários –  as secções não crescem no seio das estruturas partidárias e as suas perspetivas são demasiadamente ideológicas e inibem o bom desenvolvimento do interesse nacional da Diáspora.

  1. Contacto com os líderes de opinião na Diáspora para a constituição do grupo de fundadores, que possam desenvolver o inicio do projeto, trabalhando para o notabilizar.
  2. Campanha de lançamento de debate na opinião pública sobre a pertinência de se criar um Partido dos Emigrantes e abordagem a estes para aderirem como pioneiros.
  3. Lançamento do Website, desenvolvimento de campanha no “social media” dedicado aos Emigrantes (Portugueses em…) e apelo à partilha do movimento.
  4. Campanhas de abordagem aos Emigrantes em tempo de férias em Portugal (campanha física) para adesão ao partido e subscrição das assinaturas necessárias para a sua constituição (7500 de acordo com a nossa Constituição). Teremos também a opção da subscrição digital das assinaturas.
  5. Encontro ou Congresso Fundacional de interessados em serem ativos (Fundadores e Pioneiros). Entrega de assinaturas e eleição da Direção Constituinte.

Pretendemos ser Ideologicamente Neutros (Centro). Cada membro pode ter a sua orientação ideológica pessoal desde que respeite o consenso atingido no seio do MEU-P.

Igualitário e Meritocrático. Visa fomentar a igualdade entre todos os membros, destacar o talento e comprometimento, dar oportunidade à Luso-Descendência e atuais líderes comunitários de representar os seus pares numa plataforma política, mesmo sem experiência nesta atividade.

Partido originalmente Livre de Corrupção e Tráfico de Influências. Em termos de estatutos serão blindados para inibir o abuso de poder desde o seu início.

Que fomente a Coesão Nacional entre Todos os Portugueses e tenha atitude positivista em relação ao governo da nação (nunca ser obstrutivo ou ideologicamente alinhado).

Que permita aos Emigrantes auto-representarem-se e serem estes a definir as prioridades partidárias, em detrimento dos interesses partidários nacionais vigentes.

Que procure defender as várias comunidades junto dos governos nacionais dos países de acolhimento e Fomente a Solidariedade entre Todos os membros da Diáspora.

Selecionar Emigrantes que nos representem no Parlamento, impor e defender o nosso interesse relativamente às estratégias partidárias. Seremos um excelente meio de elucidar a classe política portuguesa para o que se passa com a Emigração, pois teremos como único interesse ideológico o bom futuro do país, coesão nacional e defesa dos interesses dos emigrados. Pretendemos desenvolver verdadeiras secções nacionais na Diáspora e incitarmos a utilização da tecnologia para proporcionar experiência de Democracia Direta aos seus membros. Providenciaremos oportunidades de participação e liderança aos membros e procuraremos ser eficazes no apoio ao desenvolvimento de estruturas políticas no seio da Diáspora. Incitaremos também a participação cívica nos países de acolhimento.

Porque com as passadas eleições legislativas os cidadãos se tornaram inevitavelmente mais interessados em política e propensos a ponderar a viabilidade deste projeto.
Porque com o registo automático dos cidadãos não residentes (+ de 1 milhão de novos eleitores) poderemos finalmente vir a oferecer uma experiência de participação política única e legítima a estes novos votantes, de forma a capitalmente os motivar a participar nas próximas Eleições Legislativas.

Porque podemos construir uma força política feita por nós, com a nossas regras, que dinamize genuinamente a defesa das causas dos Emigrantes.

Mensagem do impulsionador

Com larga experiência na política – Vereador – do país de acolhimento (Inglaterra, Reino Unido) e conhecedor da realidade da atividade política na Diáspora (fui Chefe de Secção), em última instância pretendo ser o elemento Fundador do projeto, sem pretensões de o vir a liderar, porque acredito na necessidade de emancipação política da nossa Diáspora.

O que me motiva fundar e dinamizar inicialmente este Movimento é averiguar se este modelo político servirá melhor a Diáspora Portuguesa e se existe uma vontade coletiva de compatriotas em desenvolvê-lo. Se não for este o caso tem, pelo menos, a utilidade de lançar na opinião pública este pertinente debate e assim motivar os atuais partidos.

Sou da opinião que sim, que é possível ser organizado um partido feito por e para Emigrantes, que desta forma poderão escrever um pouco da História da Democracia Portuguesa, deixando de ser um vetor secundário no interesse maior dos partidos do eixo governativo.

Sim, é possível ser criada uma estrutura inovadora, legítima e que consiga de uma vez por todas incitar uma maior participação cívica dos emigrados. Não pretendemos ser obstrutivos, mas queremos retirar e usar o domínio da nossa representação aos partidos atualmente existentes, que até agora falharam em providenciar uma voz à Diáspora.

Caro compatriota: seja ousado! Junte-se a nós! Participe neste auspicioso protejo desde o seu início e ajude a construir uma eficaz representação política dos portugueses no estrangeiro. Podemos ser nós a tomar a iniciativa de revolucionar por completo tantos aspetos da nossa relação com o país, a criar a coesão entre todos os portugueses e a ajudar a esbater alguma discriminação à qual os emigrantes são sujeitos em Portugal. 

Podemos incitar e fomentar como nunca a nossa participação ativa na vida política de Portugal, combater o abstencionismo, fomentar o elo de ligação dos Luso-Descendentes com a sua Pátria e apoiar as várias comunidades da Diáspora. Sim, é possível! Acredito tanto nesse conceito que o meu objetivo último é fazer nascer este movimento para que vocês tomem o leme do vosso próprio destino político.

Grato pela sua atenção a este convite. 

Saudações Lusas,

Guilherme Falcão Rosa

Guilherme Falcão Rosa

Natural de Luanda, cresceu em Tomar e viveu 16 anos em Londres. Licenciado em Relações Internacionais, exerceu durante 10 anos a profissão de bancário na capital britânica, em bancos nacionais. Foi eleito Councillor (Vereador) em 2014 pelo Labour Party (Partido Trabalhista) na zona do Little Portugal, da Câmara de Lambeth, Londres, e foi Deputy Mayor em 2017 e 2018. Fundou a plataforma cívica Portugueses4Europe (Maio de 2016) em contestação organizada ao Brexit.

Teve frequentes participações nos meios informativos portugueses, dos quais destacamos três entrevistas:

Grande Entrevista, RTP3

Jornal Expresso

Embaixada Britânica

Participe

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